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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pessoas comoditizadas? Para onde caminha a humanidade?!


Com a velocidade das coisas ocorrendo no mundo, às vezes esquecemos de alguns princípios básicos do bom relacionamento ou dos bons costumes. Algumas vezes podemos até desculpar. É quando os neurônios entram em curto e esquecemos, simplesmente. Outras vezes, não. Quando não faz parte do repertório de um indivíduo, o hábito de olhar, ouvir e sentir o outro, simplesmente. Nossos diálogos estão cada vez mais curtos, mais secos, mais eletrônicos, mais frios, mais densos, mais estáticos e menos estéticos. Menos autênticos. Menos afetuosos, menos calorosos. Estamos perdendo a vibração? Onde está o brilho nos olhos de uma ideia apaixonante? O tesão pelo projeto inovador? Um sonho a realizar e compartilhar? A satisfação juvenil do trabalho em equipe? Como é possível ao ser humano sobreviver na superficie das relações? Abrir mão da autenticidade. Da essência das coisas. Que mundo plástico de pessoas plastificadas no caráter e na postura, estamos deixando para as novas gerações? Que pessoas são essas que buscam as facilidades dos caminhos curtos e lisos, atropelando princípios e valores universais? Pessoas comoditizadas que valorizam a aparência ao invés da essência. Quando nos daremos conta desse mal estar que solapa as intenções mais autênticas, honestas e humanitárias? Quem se atreve a responder a estas perguntas? O que você está fazendo de diferente para não se parecer com essas pessoas sem rostos, sem identidade e sem personalidade? Resta a pergunta: - Qual é a tua obra? - Pra quê, afinal, você veio ao mundo?

Um comentário:

  1. Amigo Dermeval,

    Fantástica a sua reflexão sobre o ser humano e sua atitude diante da vida!!!

    Existem várias formas de fazer a diferença e deixar um legado: seja como empresário, político, religioso, professor, pensador, etc.

    A grande verdade está que os relacionamentos são menos duradouros e sinceros..

    Abraço,
    Fabio Munhoz

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