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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Programa de TV revela incompetência na Gestão Pública


Ontem à noite foi um momento de esvaziar o HD mental. De vez em quando é preciso sentar na frente da telinha e desconectar. Foi isso que fiz. Fui dar uma volta pelos canais e me deparei com o CQC. Já havia assistido antes e achei ineressante. Alguns acham um programa idiota, eu acho no mínimo provocador frente aos programas de TV. Acostumados que fomos a dois programas que embalaram os berços das gerações dos 20, 30, 40 anos. Sílvio Santos e Faustão. CQC é irreverente, questionador, instigador, faz pensar diferente, gerando emoções variadas de gargalhada autentica, do besteirol assumido, da raiva consciente de uma situação real apresentada e revoltante. Esse programa provoca um olhar diferente. Propaganda se mistura com merchandising no meio do programa que é feito ao vivo. Faz peguntas inconvenientes que deixam pessoas desconfortáveis. Mas são coisas reais como esse caso que conto agora e ocorreu no programa de ontem. Prefeitura de Itajubá, Minas Gerais. Hospital móvel (ônibus) comprado por 130 mil reais em 2005 e sucateado pelo tempo. no sol e na chuva. Nunca funcionou. O CQC recebeu essa denuncia e foi lá conferir. Desconforto geral na Prefeitura da cidade. Todos em pânico. Tiram o ônibus do sol e guardam num galpão. CQC filmou e mostrou pra todo mundo. Chega o assessor de comunicação da prefeitura e pede para desligar a camera. off! Quer falar em off! Cadê a transparência? Sem respostas convincentes, foram até o prefeito. Pressão total do CQC. Se eu fosse o prefeito, sairia pela porta dos fundos de vergonha. Sem informação e alegando que na época era vice-prefeito do prefeito que comprou o onibus e que não tinha nada a ver com ele. Que o cargo dele era um cargo de expectativa. Eu nunca vi isso! Já pensou? "Sou vice! Meu cargo é de expectativa". Que diabo é isso? Pressão total, prefeito liga para seu assessor jurídico. Prometem um prazo de uma semana para elaborar um documento. Para fechar o compromisso, Rafinha (entrevistador do CQC) leva algo do prefeito. Uma imagem de São Jorge, padroeiro. No programa mesmo, veio a resposta da Prefeitura: Para reformar o ônibus vai custar 60 mil. Não vale a pena. Vão leiloar e usar o dindin para investir na saúde. Mas leiloar o quê? Ferro velho? Salve a Gestão Pública incompetente, desqualificada e descompomissada com os reais interesses da população. Mas por que votam na incompetência? Será porque está generalizada mesmo? Ei! Não tem ninguém competente aí? Esse é um câncer dificil de extirpar, já tomou todo o corpo do "organismo" público. Enquanto isso, o Lula se prepara para lançar um filme de sua carreira. Bela estratégia de preparação do terreno para a Dilminha. Ô povinho sem memória, sem juízo, sem razão, simancol, sem nada. Dei-lhes pão, água e uma bolsa família. Eles gostam desse paternalismo. Gera dependência.
Voltando ao início. Olhar programas como o CQC nos mantém conectados com a realidade, Ás vezes séria, às vezes zangada, às vezes triste, às vezes feliz, às vezes ridícula, às vezes rica, às vezes pobre, às vezes corrupta, às vezes ética, às vezes real, ou irreal, trágica, cômica, etc, etc. etc. Para lidar com essa realidade plural, somente tendo um visão nexial. Faz sentido para você? 

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