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segunda-feira, 17 de maio de 2010

"A felicidade só existe quando é compartilhada"

“Fuga do mundo ou talvez de si mesmo”. Se tivesse que sintetizar seria essa a frase principal pra resumir a vida do personagem Christopher McCandless vivido no aqui por Emile Hirsch, no filme “Na Natureza Selvagem”, ultimo filme de Sean Pean como diretor. O filme dá o que pensar, refletir sobre valores, desafios. Sobre entender o "sistema" que vivemos. Uma versão self do agressivo Matrix.
"Se admitirmos que a vida humana pode ser guiada pela razão, a possibilidade de vida é destruída". "O âmago do espírito humano pede novas experiências". São frases do "Alexander Supertramp". Assim, o personagem se intitula na sua jornada para o auto-conhecimento. O filme pode ser uma viagem ao labirinto das questões humanas desde os tempos mais remotos. Ser ou não ser? De onde viemos? Para onde vamos? Qual o sentido da vida? Vale a pena assistir e refletir sobre a vida, sobre sonhos, sobre valores mais intensos, mais profundos, mais humanos. O final surpreende e deixa um vazio temporário de reflexão.

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