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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Veja os slides do 8º Epicentro que ocorreu em 19 de outubro em Fortaleza


O mundo está girando mais rápido e provocando uma ruptura em quase tudo o que conhecemos. Valores, crenças, atitudes, comportamentos, práticas, fronteiras geográficas, formas de pensar e agir. Quando uma mudança de época se apresenta – época de convergência, de pluralismo e de interatividade -, velhas maneiras de pensar já não servem mais. Aí perdemos o nexo ou sentido das coisas. Será que compreendemos esta nova realidade? Será que o modelo de aprendizado cartesiano de pensar (que bem conhecemos e as nossas escolas ainda reforçam), nos oferece respostas a  este novo momento da humanidade?

Quando vamos para o mundo das empresas, o nexo das coisas se destrói por dois fatores: medo e pressa. O medo de ficar para trás (dos modismos e da concorrência) e a pressa (conseqüência do medo) de fazer, fazer, fazer, sem pensar. Num momento como esse, somente a busca do nexo é capaz de dar o equilíbrio. Fazer o nexo das coisas é uma questão de saúde mental para viver numa época de mudanças rápidas que a revolução do conhecimento tem proporcionado. Hoje, falamos de geração Y. Será que temos uma nova geração? A Geração Z? Dos NEXIALISTAS que procuram avidamente o nexo das coisas. Será que você é um nexialista e não sabe?

Eu gosto de fazer o NEXO e você? Aliás, os seres humanos são tarados por NEXO. O primeiro deles: Qual o sentido da vida? De onde viemos? Para onde vamos?

2 comentários:

  1. Fernanda Palhano20/10/10 11:50 PM

    Para mim, fazer nexo é estar preparado pra surfar nas ondas e descer nas corredeiras todos os dias. É viver o presente para que consigamos nos conscientizar do que poderá vir no futuro, tomando decisões conscientes e baseadas em seus instintos, na tentativa de modificar algo que possa vir a ser negativo e melhorar aquilo que tem tendência de sucesso.

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  2. Fernanda. Tomar decisões baseadas no instinto pode ser perigoso. Devemos tomar decisões baseadas em fatos. A intuição também conta.

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