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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Pensamento crítico


O holandês Robert Happé nasceu durante a Segunda Guerra Mundial, evento que esfacelou sua família. Estudou psicologia, serviu o exército e resolveu viajar pelo mundo. Foi cozinheiro, garçom e trabalhou em mesas de pôquer. Andou pelo Líbano, estudou filosofia oriental na Índia e pesquisou as culturas do Nepal, Tibete e Camboja.

Esse filósofo da práxis, hoje sexagenário, conheceu o vedanta, o budismo e o taoismo, convivendo e trabalhando com nativos de diferentes países. 
Depois de mais de 30 anos de peregrinação, resolveu dividir seus conhecimentos por meio de livros, seminários e palestras em universidades, centros de estudos e entidades não governamentais. Algumas ideias pertinentes de Happé que merecem uma reflexão:

1. Todas as pessoas do mundo querem ser amadas. Porém, de alguma forma, é difícil que amem umas as outras e troquem coisas de forma honesta.

2. O mundo ficou “louco” e ninguém respeita mais ninguém. As pessoas passam 12 horas por dia no trabalho preocupadas em ganhar dinheiro para pagar suas contas.
Extraído do artigo - Economia do cedro x Economia da irresponsabilidade de autoria dp Carlos Alberto Júlio. Executivo e professor de gestão. In Revista HSM - edição 84

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