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sábado, 30 de março de 2013

Pesquisa Global sobre a Força de Trabalho – 2012


A edição de 2012 da Pesquisa Global sobre a Força de Trabalho (2012 Towers Watson Global Workforce Study) fornece um panorama dos comportamentos e aspirações de aproximadamente 32 mil trabalhadores em todo o mundo, após uma década de grande oscilação na economia e intensa concorrência no cenário global, além de crescentes pressões financeiras e turbulência política.
O estudo foi desenvolvido para esclarecer a forma como as percepções dos empregados influenciam seu engajamento em relação ao trabalho e à empresa e, consequentemente, seu desempenho. Deste modo, oferece às organizações e seus líderes insights importantes a respeito dos elementos do ambiente de trabalho que influenciam positivamente o comportamento e o desempenho dos empregados, de modo a apoiar os objetivos de crescimento do negócio.
Relacionamos, a seguir, apenas algumas das principais preocupações que ressoam em todo o mundo, transcendendo geografia, idade, nível hierárquico e sexo:
  • A tecnologia continua acelerando o ritmo das mudanças e alterando a natureza e a estrutura do trabalho em si, mas o ambiente e a experiência de trabalho não estão acompanhando este ritmo.
  • As pressões sobre os custos são intensas e vêm aumentando em muitas partes do mundo, o que exerce ainda mais pressão sobre empregados já sobrecarregados para que realizem mais com menos.
  • As empresas continuam a repassar custos e riscos para seus empregados, especialmente nos países desenvolvidos e com estruturas de custos trabalhistas elevados.
  • Os empregados, mesmo os iniciantes, estão mostrando mais interesse na estabilidade financeira e expressam dúvidas a respeito de seu futuro em termos de preparação para a aposentadoria, crescimento e desenvolvimento de carreira, e das recompensas que podem ser obtidas através de seu esforço em favor da empresa.
  • Em todo o mundo, os empregados estão trabalhando mais tempo, tirando menos folgas e apresentando níveis mais altos de estresse.

Estes insights servem para uma leitura mais crítica sobre o papel do RH nas organizações. Devemos transformar o RH de fora para dentro. Do contexto geral do negócio para os processos internos.

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