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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A Maldição do Workaholic

Algumas pessoas ainda acham o máximo ser um workaholic. Tudo na vida dessas pessoas gira em torno do trabalho. Porém, o que a maioria pouco percebe, e às vezes tarde demais, é que quanto mais se trabalha, mais a produtividade despenca. Muito simples. A vida não se restringe apenas ao trabalho. Dimensões como família, lazer, hobby, distração, férias, exercícios físicos, relações sociais são primordiais para recarregar as baterias. São estimuladores do bem estar e geram sentimentos de felicidade quando autênticos e equilibrados. E quando esses workaholics não dão a devida atenção a outras dimensões da vida, tendem a se enfraquecer e adoecer.

Quando o cérebro de um workaholic considera uma perda de tempo jantar com a família, telefonar para um amigo, ou "pegar" um cinema, mesmo que ele queira fazer essas atividades, a sua mentalidade não o ajudará a colher os benefícios inerentes desses momentos de prazer. Essa maldição pode gerar sérias consequências quando, de uma hora para outra, o workaholic se vê sem trabalho. Seu limitado mundo deixa de existir, porque a sua mente esteve sempre, ou na maioria das vezes, direcionada para o trabalho. Assim, abrem-se as portas para os distúrbios psíquicos que pode levá-lo a ter reações indesejáveis e inconsequentes. Principalmente, quando pressionados por chefes, subordinados, clientes, fornecedores etc. É preciso  parar!

Quando o tempo livre com a família, os amigos ou um hobby são considerados desperdiçadores de tempo (ou tempo improdutivo), um médico deverá ser consultado.



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