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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Gerações de trabalho e o neurótico ambiente empresarial

Diz uma antiga lenda grega que a deusa Hera enviou a Esfinge (uma besta com cabeça de mulher, asas e corpo de animal) para atormentar os moradores da cidade de Tebas. A Esfinge cruzava o caminho de todos os que se aproximavam da cidade e formulava um enigma para o viajante. Quem errava o enigma era devorado pelo monstro. Um dia, Édipo - personagem trágico do poeta grego Sófocles - cruzou com a Esfinge, que lhe propôs o seguinte enigma: “O que durante a manhã tem quatro pernas, ao meio-dia tem duas e à noite tem três?” Édipo respondeu corretamente e a Esfinge ficou tão furiosa que se lançou num precipício. Graças à façanha de derrotar a Esfinge, Édipo tornou-se rei de Tebas e ganhou a mão da rainha enviuvada, sua própria mãe.


Transpondo esse enigma para os nossos dias, estamos assim como Édipo. Os problemas decorrentes das relações humanas dos tempos ‘modernos’ estão a nós dizer, diariamente, "Decifra-me ou Devoro-te". Movidos pela pressa, pela superficialidade, pela massificação padronizada dos desejos, pelo domínio do ego sobre o coletivo somos, o tempo todo, intimados ou influenciados a representar papeis numa sociedade de paradoxos, volátil em sua natureza, de curtíssimo prazo, de relações fugazes e que coloca em choque os modelos mentais que, aqui para este estudo, podemos caracterizá-las através das gerações baby boomers, X, Y e Z. Cada uma delas, representativas de uma época com os seus hábitos, costumes, comportamentos, atitudes e valores. Cada época tem os seus paradoxos e paradigmas na intensidade da compreensão do ser humano sobre a realidade que o cerca. Problemas, desafios e soluções são compatíveis com a evolução de seu intelecto humano, científico, tecnológico e de sua espiritualidade.

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