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sábado, 8 de fevereiro de 2014

O custo da educação para as empresas - VOCÊ RH

A revista Você RH de dez/13 - jan/14 traz uma matéria quente e que explica porque estamos tão atrasados em comparação a outros países do mundo. É incrível alguns dados publicados nessa edição. 


Fiz um resuminho básico:

- Somente 5% da população brasileira fala inglês.

- Nossa produtividade no trabalho avança "mísero" 1% quando a média para os países emergente é de 4%.

- Dos 17 países da AL estamos no 15º lugar e 75º no ranking mundial de produtividade. 

- A produtividade de 1 trabalhador americano equivale a cinco trabalhadores brasileiros.

- Quase a metade da população tem o ensino médio e 30% é considerado analfabeto funcional, que são aqueles que entendem frases curtas e fazem contas simples.

Aliado a esses dados, temos um resultado pífio da economia brasileira. O PIB não passa de 2% e tivemos, no ano passado, o pior resultado da história do Brasil com a balança comercial.

Temos um cenário preocupante no pais, o que faz com que as empresas assumam esse papel de formação básica de pessoal (que deveria ser do governo). Criam universidades Corporativas que levam em conta boa parte do percurso de formação de um profissional. Do ensino médio ao universitário e a qualificação técnica profissional. Como os orçamentos para treinamento e capacitação não são generosos, o desenvolvimento das pessoas ocorre numa velocidade menor do que exige o competitivo mercado local e global. 

Resultado: Temos baixa capacidade de inovação, dificuldade para interpretar cenários, tomar decisões eficazes e fazer leituras consistentes de contextos. Essas habilidades são conquistadas através dos atos de ler, escrever, interpretar, debater, criar, fazer análises e sínteses etc. Habilidades que são desenvolvidas na escola, em tenra idade, e no estudo disciplinado - fundamental e básico - na formação do ser humano. Assim, temos um problema estrutural de educação no Brasil. Até quando?  

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